What the Bible says about light and seed

The True Light "In him, (the Lord Jesus) was life, and that life was the light of men. The light shines in the darkness, but the darkness has not understood it. The true light that gives light to every man was coming into the world,…the world didn’t recognize him." John 1:4,9.

The Good Seed and the Weeds “The kingdom of heaven is like a man who sowed good seeds in his field. But while everyone was sleeping, his enemy came and sowed weeds among the wheat and went away. Matthew 13:24,25.
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Thursday, March 22, 2012

Do fundamentalismo ao liberalismo sem nunca ter passado pela reforma – ou, para onde caminha a igreja brasileira?

Do fundamentalismo ao liberalismo sem nunca ter passado pela reforma – ou, para onde caminha a igreja brasileira?



Por Franklin Ferreira

Espanta-me nos debates teológicos recentes a falta de referência à Escritura. Alguns escritores propõem revisões radicais e na maioria das vezes uma ruptura com a tradição cristã na doutrina de Deus e da salvação sem a menor preocupação em remeter seus leitores (ou, pelo menos, suas tribos ou guetos) para a Escritura – que pelo menos em anos recentes era tomada como a incondicional Palavra de Deus por aqueles que se identificavam como cristãos. Mesmo em debates básicos, como sobre aspectos da ética cristã, são pautados não mais pela Escritura, mas pela mera opinião pessoal ou, no melhor espírito de manada, por seguir cegamente a opinião do líder. Vai-se assumindo que a Escritura pode até ser um livro importante, uma coletânea de bons conselhos, ou mesmo que contenha uma mensagem vagamente piedosa em meio a histórias de guerras, traições e matanças, mas que, finalmente, por meio de nossa razão ou intuição podemos alcançar e descobrir a Deus acima e além da Escritura.

Isto não é novo. É o mesmo esforço religioso e idolátrico presente na construção da torre de Babel. E o relato bíblico é claro: Deus despreza a ação religiosa, bagunçando-a e repelindo-a, posto ela ser somente isto, esforço e idolatria. Mas, para os cristãos, quando as Escrituras falam, é Deus mesmo quem fala, e fala a nós. Deus dixit! Dominus dixit! E nas Escrituras aprendemos que, do começo ao fim, é o Senhor Deus todo poderoso quem busca os seus, por pura misericórdia, em Cristo Jesus.

Outrora, os fundamentalistas usavam a Escritura como texto-prova (dicta probantia). Podiam praticar uma hermenêutica literalista ou ingênua, no entanto havia uma genuína preocupação em citar o texto bíblico, de remeter seus ensinos para a Escritura. Hoje, nem isto. De um lado, a invasão dos métodos críticos na interpretação da Escritura supostamente tornou sem razão afirmar algo a partir das Escrituras, já que esta, para muitos dos que seguem tais metodologias, não é mais inspirada, mas mero produto humano. Do outro lado, as supostas novas revelações ligadas aos bispos e apóstolos neo-pentecostais tornaram a Escritura um mero acessório em suas comunidades. Por isto, no âmbito eclesiástico, basta unir alguns chavões piedosos à linguagem religiosa, e qualquer ideia passará facilmente por “cristã”. E os fiéis a seguem, sem nem mesmo se preocuparem em examinar “as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim” (Atos 17.11). A nobreza foi perdida. Por isso, o que se tem é o ressurgimento do velho gnosticismo, mais uma vez tentando se parecer com o cristianismo. Mas gnosticismo não é cristianismo.

Na medida em que importantes segmentos da igreja brasileira loucamente tentam colocar de lado o “bendito e único Soberano, o Rei dos reis e Senhor dos senhores; o único que possui imortalidade, que habita em luz inacessível” (1Tm 6.15-16), uma nova casta sacerdotal vai surgindo, com seus apóstolos e bispos endinheirados, e com certos eruditos que constantemente precisam apelar à falácia do argumento magister dixit, enquanto se agarraram às teorias críticas do século XIX como se fossem a última moda teológica, todos igualmente caricatos e bufões. E vive-se o absurdo onde abandonar a Escritura, desprezar a igreja, transformar Jesus num curandeiro ou mestre inofensivo é ser de vanguarda, mas qualquer crítica feita a esta nova classe sacerdotal, grandemente responsável por esta doença, equivale à blasfêmia, atraindo a ira e a revolta de seus cegos seguidores, que se juntam em correntes de ódio.

E nisto novas ideias tentam tomar o lugar da reta doutrina, do puro evangelho – pode ser o pelagianismo, a mensagem da prosperidade, o teísmo aberto ou o marxismo cultural, que tomou de assalto todas as esferas da sociedade, que anseia por inaugurar um suposto milênio na terra, a utopia totalitária do “outro mundo possível”. Tristemente, alguns cometem a alucinada infâmia de tentar misturar a absoluta Palavra de Deus em Jesus Cristo com uma ideologia corrupta e corruptora, o sistema de ideias mais assassino da história. Em sua loucura, todos estes pervertem a mensagem cristã, seguindo não mais o Evangelho, mas correndo atrás de outro tipo de anúncio (ἕτερον εὐαγγέλιον), mera perversão ou caricatura, não mais a boa nova da salvação de Deus em Cristo, que justifica, redime, reconcilia e adota ímpios pela fé somente, regenerando-os por meio da obra do Espírito Santo. A mensagem para estes que abandonaram a pura Palavra de Deus é: “Mas ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos pregue um evangelho diferente do que já vos pregamos, seja maldito. Conforme disse antes, digo outra vez agora: Se alguém vos pregar um evangelho diferente daquele que já recebestes, seja maldito” (Gl 1.8-9).

Tristemente, o veredito de Bonhoeffer sobre o cristianismo nos Estados Unidos do fim da década de 1930 descreve com exatidão os evangélicos no Brasil:
“Deus não concedeu ao cristianismo americano nenhuma reforma. Ele lhe concedeu vigorosos pregadores reavivalistas, pastores e teólogos, mas nenhuma reforma da igreja de Jesus Cristo por meio da Palavra de Deus. Qualquer coisa das igrejas da Reforma que chegou à América ou está em exclusão consciente e afastada da vida geral da igreja ou foi vítima do protestantismo sem reforma… A teologia americana e a igreja americana como um todo nunca foram capazes de compreender o significado da ‘censura’ pela Palavra de Deus e tudo o que isso significa. Do primeiro ao último, eles não entendem que a ‘censura’ de Deus toca até mesmo a religião, o cristianismo da igreja e a santificação dos cristãos, bem como que Deus fundou sua igreja para além da religião e para além da moralidade. Um sintoma disso é a adesão geral à teologia natural. Na teologia americana, o cristianismo ainda é essencialmente religião e moralidade. Por causa disso, a pessoa e a obra de Cristo, na teologia, vão permanecer em segundo plano e, por longo tempo, ficar incompreendidas, porque não são reconhecidas como o único fundamento do julgamento e do perdão radical. A principal tarefa na atualidade é o diálogo entre o protestantismo sem reforma e as igrejas da reforma.” [Dietrich Bonhoeffer, “Protestantism without the Reformation”, em Edwin H. Robertson (org.), No Rusty Swords: Letters, Lectures and Notes, 1928-1936 (Londres: Collins, 1965), p. 92-118.]
A crítica deste mártir sobre o cristianismo nos Estados Unidos está essencialmente correta, e se aplica integralmente a nós, hoje, no Brasil. Em resumo, para grande parte dos evangélicos brasileiros, o cristianismo é essencialmente sobre o que se faz para Deus. E é justamente neste ponto que rompemos totalmente com a fé bíblica redescoberta na Reforma, pois esta enfatiza e ensina somente o que Deus faz por nós por meio do Cristo crucificado, dando prioridade à graça livre e soberana, agindo em meio ao nosso pecado, vício e escravidão existencial, redimindo-nos e tornando-nos novas criaturas. A mensagem do evangelho não é um recurso para melhorar nossa autoestima ou para nos ajudar a ascender socialmente, ou fazer a igreja crescer em cinco passos ou qualquer outra coisa deste gênero; é sobre ouvir e crer na mensagem revelada na Escritura sobre a graça de Deus em Cristo crucificado; é sobre nossa morte e ressurreição, nossa morte e ressurreição diária, enquanto aguardamos novos céus e nova terra.
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Franklin Ferreira, professor, mestre em teologia, escritor e membro do conselho editorial da Revista Teologia Brasileira.

O Sagrado e o Profano na Terra da Paródia

O sagrado e o profano na terra da paródia

Por Joêzer Mendonça

Na década de 1960, Paul van Buren e A. T. Robinson notaram que “a religião estava fazendo concessões aos titãs da cultura secular” e, na sua luta para escapar da obsolescência, estava se tornando mais semelhante à sociedade em geral.
O neopentecostalismo surge num momento em que as fronteiras entre sagrado e secular estão cada vez mais diluídas. No esforço eclesiástico de dar sentido ao conteúdo bíblico para as novas gerações, os tradicionais limites que separavam a igreja de um modelo cultural secular foram progressivamente apagados, levando a um processo de nivelamento entre o sagrado e o secular.

As igrejas cristãs contemporâneas reforçam a prática de sacralizar o profano, o que é visto em eventos como o “Carnaval de Jesus”, a “balada gospel” ou a “rave gospel”. O sociólogo da PUC-Campinas, Luiz Roberto Benedetti, entende que essa postura das igrejas revela que “há, aqui, mais do que transposição, um nivelamento entre sagrado e profano” (As Religiões no Brasil, p. 132).

Em seu trabalho de reforma espiritual da sociedade, vemos as igrejas atuais cada vez mais afeitas à mimetização de eventos musicais seculares. Muitas vezes, elas acabam assimilando o mesmo efeito de tantos espetáculos de entretenimento: muita música, muito som alto, muito marketing, muita diversão.

As cidades recebem apenas o impacto de multidões, movendo-se de um logradouro público a outro, de uma inauguração de igreja a outra, de um show a outro show. Levados à igreja supostamente pela música, os novos conversos são deixados à margem do estudo da Bíblia e sobrevivem espiritualmente pela graça de Deus e pelo poder dos chavões de cura, unção e prosperidade.

No entanto, vejo que, apesar da sinceridade que possa existir, muito músico intitulado levita tem brincado perigosamente na fronteira entre sagrado e profano. Essa fronteira é distinta daquela entre secular e sacro. O secular pode manifestar valores cristãos implícitos. O profano revela-se abertamente anticristão.

Veja o que diz a letra de “Ofertório”, de Adriano Gospel Funk:
Tem ofertante dizimista aqui? / Se tem, dá um grito
Tem mão de onça? / Se tem, vai ser queimado agora
Mano para de “caô” e deixa de ser enrolão
Se você não é dizimista “pode crer” tu é ladrão

A canção “Ofertório” apresenta características ligadas ao funk carioca, como humor descontraído, linguagem coloquial, tratamento irreverente de temas mais sóbrios e estrutura rítmica dançante. Em contraste com a seriedade e a solenidade que marcam as composições feitas para o tradicional recolhimento de dízimos e ofertas nas igrejas protestantes históricas, essa canção denota uma ambiguidade que apaga a seriedade da mensagem, já que seu teor humorístico confunde os limites tradicionais entre sacro e secular, a ponto de não ser possível definir imediatamente se a canção pretende incentivar ou satirizar a doutrina.

No mesmo espírito, o hit “Créu” foi adaptado para “Céu”. É como se batizassem a canção original e agora ela fosse capaz de emitir significados altamente espirituais e cristãos. Mesmo quem não pertence oficialmente a uma igreja, se permite fazer uma paródia gospel de sucessos seculares.

Não culpem os satiristas. Quem começou com isso foram os próprios evangélicos.
O hit do momento “Ai, se eu te pego” tem agora uma versão gospel chamada “Deus, eu te quero”. O compositor de tal paródia vai dizer que esta é uma forma de chamar atenção para o evangelho, mas muitos cristãos dirão que tal versão é mais um episódio do infindável catálogo de vexame gospel. E mesmo quem não crê no evangelho dirá que se trata de mais uma performance típica de um evangelicalismo intelectualmente decadente.
E ainda tem gente que acha que não importa como a mensagem seja pregada, o importante é pregar a mensagem! Pobre de nosso evangelismo que perdeu até os bons modos.
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Joêzer Mendonça é músico e doutorando em musicologia na Unesp. É autor do blog Nota na Pauta. Divulgação: Púlpito Cristão.

Friday, May 20, 2011

"THE PINK SWASTICA"." A SUÁSTICA ROSA". Outra faceta oculta do Nazismo

Monumento a vítimas homossexuais do nazismo omite a existência de muitos homossexuais nazistas. Michael Baggot

BERLIM, Alemanha (LifeSiteNews.com) — Berlim inaugurou em 27 de maio de 2008 um monumento para honrar os homossexuais como vítimas de perseguição nazista, apesar do crescente volume de pesquisas indicando que muitas autoridades nazistas proeminentes, inclusive Adolf Hitler, eram homossexuais ativos.

Uma notícia de 27 de maio da Associated Press acerca do novo monumento de concreto em Berlim, o qual retrata dois homens se beijando, afirmava que até 15.000 homossexuais ativos foram assassinados em campos de concentração nazistas.
“Isso representa uma sociedade… que não aboliu os veredictos injustos, mas parcialmente continuou a implementá-los; uma sociedade que não reconhecia um grupo de pessoas como vítimas, só porque escolheram outro estilo de vida”, disse o prefeito de Berlim Klaus Wowereit, que é um homossexual ativo.
A campanha mais recente para pintar os homossexuais ativos como vítimas de sistemático ataque nazista contrastou com o volume crescente de evidências indicando que, em grande escala, os nazistas adotavam o homossexualismo.
Em seu estudo de 2006 “The Pink Swastika as Holocaust Revisionist History” (A suástica rosa e a história revisionista do Holocausto), Judith A. Reisman, especialista renomada em questões homossexuais do Instituto de Educação da Mídia, revelou que o livro de 1995 “The Pink Swastika: Homosexuality in the Nazi Party” escrito por Scott Lively e Kevin Abrams demonstra que muitos dos principais líderes nazistas eram homossexuais ativos e protegeram muitos indivíduos homossexuais de perseguição.
“Lively e Abrams… documentam o movimento homossexual como os agentes que sustentavam o Nacional Socialismo (o partido nazista) e Adolf Hitler, assim precipitando um holocausto que afundou a Europa inteira”, escreveu Reisman.
Embora o livro “Mein Kampf” (Minha luta) de Hitler desprezasse judeus, marxistas, negros, chineses, árabes, mulheres e europeus orientais, o Führer nunca fez nenhum comentário negativo acerca do homossexualismo.
Em vez disso, Hitler escolheu homens ativamente homossexuais como influentes líderes de jovens.
Um professor ativamente homossexual, Karl Fischer, fundou o grupo de meninos “Wandervogel” que se tornou a Juventude Hitlerista em 1933 sob a liderança do famoso pederasta Hans Blueher. De forma semelhante, o nazista Edmund Heines, pederasta condenado, foi nomeado líder da Juventude de Schill.
“Outros líderes homossexuais e bissexuais citados por esses e outros escritores incluem Baldur von Schirach, líder da Juventude Hitlerista; Hans Frank, Ministro da Justiça de Hitler; Wilhelm Bruckner, ajudante de Hitler; Walther Funk, Ministro da Economia de Hitler; o amigo e conselheiro de Hitler Hermann Goering, que era o segundo em comando (vestindo-se ‘como travesti e usando cosméticos de forma extravagante’)”, acrescentou Reisman.
“The Pink Swastika” de forma convincente minou as comparações entre a perseguição de judeus e a perseguição de homossexuais, argumentou Reisman.
“Lively e Abrams relatam que a matemática básica refuta a idéia de que os homossexuais eram mortos por serem homossexuais. Se os homossexuais fossem tratados como os judeus, dois ou três milhões dos dois ou três milhões de homossexuais alemães teriam perdido suas empresas, empregos, propriedades, posses e a maioria teria perdido a vida”.
“Os homossexuais teriam sido forçados a usar triângulos rosa em suas roupas nas ruas, eles teriam seus passaportes carimbados com a palavra ‘H’, proibidos de viajar, trabalhar, fazer compras, aparecer em público sem suas tarjas e nós teríamos milhares de fotos de pichações de triângulos rosa dizendo ‘matem as bichas’ e coisas semelhantes”.
Lively e Abrams não foram os primeiros a identificar o homossexualismo que permeava as mais elevadas fileiras nazistas.
“O homossexualismo de Adolf Hitler foi demonstrado além de quaisquer dúvidas pelo historiador alemão Lothar Machtan, que escreveu “O Segredo de Hitler”, um livro repleto de referências de pesquisas. Mas o papel crucial dentro do movimento nazista dos tipos mais cruéis e criminosos de homossexualidade, os quais Machtan também mostra, é ainda mais importante do que a preferência pessoal de Hitler”, Reisman citou o Dr. Nathaniel S. Lehrman, ex-diretor clínico do Centro Psiquiátrico Kingsboro.
Reisman também observou que a obra de Lively e Abrams contém lições importantes sobre as táticas similares ao nazismo da agenda gay de hoje.
“The Pink Swastika revela que pessoas que têm compromisso com os valores ‘judaico-cristãos’ são os alvos prováveis deste movimento homossexual que está se levantando. Em 1934, todas as crianças das escolas alemãs estavam recebendo doutrinação fascista de forma textual, verbal e cinematográfica”.
“As bibliotecas eliminavam os livros e professores que eram contra o nazismo, exatamente como as bibliotecas de hoje estão eliminando os livros e professores que são contra o homossexualismo. E, igual à situação de hoje, em 1936 o especialista sexual Wilheim Reich avisou que a ampla disponibilidade e uso de pornografia entre as crianças estava criando crianças alemãs contrárias à heterossexualidade — meninos e meninas que temiam e desconfiavam do sexo oposto”.
“The Pink Swastika deveria ser estudado em todas as escolas, desde o ensino fundamental até a universidade”, concluiu Reisman.
“As instituições de ensino elevado deveriam estar investindo em muitas pesquisas históricas sobre o poder homossexual nazista. Mas o fato de que as universidades foram capturadas pelo feminismo e homossexualismo politicamente correto só prova o grande perigo que a fraudulência na ciência tem sido e continua a ser na nossa nação”.


Traduzido e adaptado por Julio Severo: http://www.juliosevero.com/