What the Bible says about light and seed

The True Light "In him, (the Lord Jesus) was life, and that life was the light of men. The light shines in the darkness, but the darkness has not understood it. The true light that gives light to every man was coming into the world,…the world didn’t recognize him." John 1:4,9.

The Good Seed and the Weeds “The kingdom of heaven is like a man who sowed good seeds in his field. But while everyone was sleeping, his enemy came and sowed weeds among the wheat and went away. Matthew 13:24,25.
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Monday, August 27, 2012

Adeus Lo-Debar! Vou sentar a mesa do Rei!

Adeus Lo-Debar! Vou sentar a mesa do Rei!


Por Anderson Alcides
Davi chamou à Ziba, então lhe perguntou será que existe alguém de Saul em que eu possa ajudar, lembrei me da aliança que a Jônatas eu fiz, de ser fiel a sua casa enquanto eu existir, e Ziba lhe respondeu, existe um


oh meu Senhor, que habita em Lodebá terra de tristeza assentar, diga a Nefibozete que o Rei manda chamar.
Coro
Tudo aquilo que era seu vou devolver, vou restituir, aquilo que você perdeu, és o último da casa de Saul, você não é mais um que ninguém da valor.
Você vai morar na casa do Rei, você vai sentar a mesa com do Rei, você vai se vestir como um Rei, você vai estar ao lado do Rei, a miséria nunca mais haverá, um Adeus a Lodebá você vai dar, todos vão saber quem é você, o Rei manda te chamar.
II
Se você está passando por deserto ou provações, saiba que Deus não te esquece acredite meu irmão, alguém se lembrou de você e disse onde tu estas, meu irmão fique de pé o Rei manda te chamar.
Coro
Tudo aquilo que era seu Deus vai devolver, vai
restituir, os sonhos que você perdeu, és o último da casa de Saul, você não é mais um que ninguém da valor.

 Você vai morar na casa do Rei, você vai sentar a mesa com do Rei, você vai se vestir como um Rei, você vai estar ao lado do Rei, a miséria nunca mais haverá, um Adeus a Lodebá você vai dar, todos vão saber quem é você, o Rei manda te chamar
Em I Samuel 18:1-4, vemos o estabelecimento de um pacto de amor entre Jonatas, filho do rei Saul e príncipe herdeiro do trono, e Davi, ungido por Deus para ser o próximo rei de Israel. No capítulo 31:2 vemos a morte de Jonatas e, em II Samuel 1:26 vemos Davi chorando a morte de Jonatas.
Em II Samuel 4:4 somos apresentados a Mefibosete, filho de Jonatas que, aos cinco anos de idade, tornou-se aleijado devido a uma queda quando sua ama saiu às pressas, após receber a notícia da morte de Saul e Jonatas.
Este jovem estava destinado a sucessão do trono de Saul, senão fosse a morte de Jonatas, filho do Rei.
Porém, não teria mais direito ao trono, por estar aleijado.
Não teve uma infância normal. Não correu como as outras crianças, não pode se divertir da mesma forma que elas.
Se arrastava para locomover-se.
Levado a Lo-Debar, ficou lá, “tocando” a sua vida. Esquecido, no empobrecimento.
Davi um dia se lembra da aliança que um dia fez com Jonatas e procurou saber se havia algum descendente vivo, para que pudesse de alguma forma cumprir sua aliança. (II Sm 9:1-13).
Mencionaram Mefibosete, e imediatamente pediu que o trouxessem à sua presença. Mefibosete apresenta-se como um “cão morto”. Vemos então que a auto-estima de Mefibosete estava péssima, sem nenhuma perspectiva na vida.
Davi se compadecesse, e por amor a Jonatas e aliança feita entre eles, lhe restitui tudo o que pertencia à sua família, ao seu pai e ao seu avô.
Vemos aqui uma “virada de mesa”. Mefibosete sai de um lugar de esquecimento, de empobrecimento e vai para um lugar de paz, tranquilidade, abundância, e com certeza onde as feridas de tanto se arrastar por causa de seu aleijamento seriam tratadas e curadas.
Esta é uma história que nos mostra uma realidade mais espiritual do que material. Igualmente, na criação o homem foi criado para viver uma vida plena e de satisfação junto com o Altíssimo, o Todo-Poderoso, desfrutando de uma vida sem dores, sem sofrimentos. Vivendo a vida ao lado do Rei, desfrutando das delícias da mesa, da comunhão. Mas daí então entrou o pecado, destruiu a história do homem e o afastou de Deus, do Seu Criador e Rei.
Nossa situação enquanto mergulhados no pecado, mortos, é semelhante a vida de Mefibosete. O homem destruído pelo pecado, escravizado por ele fica tal qual Mefibosete – aleijado. Deformado.
Ele, o pecado, nos afasta da presença do Rei, nos priva de estarmos sentados à Sua mesa e desfrutarmos de suas delícias, prosperidade, paz, prazer, descanso e uma vida de bonança.
O pecado é o que destrói o homem. O pecado mata. A natureza e a criação gemem por causa do pecado.
“Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada. Porque a ardente expectação da criatura espera a manifestação dos filhos de Deus. Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou,Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora. E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo.” Romanos 8:17-23
”Porque o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, me enganou, e por ele me matou.” Romanos 7:11
“O pecado é um tirano cruel. É o poder mais devastador e degenerador que já afligiu a raça humana, de forma que a inteira criação “geme e suporta angústias até agora” (Rm. 8.22). Ele corrompe inteiramente a pessoa – infectando a alma, poluindo a mente, corrompendo a consciência, contaminando as afeições e envenenando a vontade. É o câncer destruidor da vida e condenador da alma, que apodrece e se alastra em todo coração humano não redimido, como uma gangrena incurável.” John MacArthur
Mas aprouve a Deus resgatar o homem. Resgatar a mim, a você, meu irmão, minha irmã, a nós. Aleluia!
”Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que enviou seu único filho, para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna” João 3:16
Deus se lembra de uma promessa feita a Adão e envia aquele que por meio de quem o pecado e a morte seriam derrotados – Jesus Cristo. Glórias a Deus!
A história de Mefibosete mostra uma verdade espiritual, e não terrena!!
Muitos, crêem que ao se render a Cristo terão suas dores, lutas, frustrações terminadas nesta vida. Terão prosperidade, seus sofrimentos terminarão. Isto é um engodo e não é o verdadeiro Evangelho. Nestes tempos, muitos de nós querem vitórias, bênçãos, prosperidade, cura, libertação. Frutos de uma pregação que não aponta para Cristo e sua obra na cruz, que unicamente foi para nossa salvação. Pregações, livros, CDs e DVDs aos montes enfatizam uma vida de prosperidade, felicidade, vitórias e bênçãos. Mas pastor, Cristo não tem o poder de curar? Ele tem todo o poder, Ele é o Senhor. Ele pode curar e Ele tem prazer em abênçoar. Mas não significa que todos serão curados, todos serão livres de sofrimentos e aflições nesta terra, nem todos terão a sua “vitória”.
Alguns podem protestar contra, eu sei, contudo observe ao seu redor e veja quantos irmãos ainda sofrem. Quantos irmãos perecem todos os dias num leito de morte porque não obtiveram a cura tão esperada por eles e por seus familiares. Deus é injusto? De maneira nenhuma. Ele é soberano e Sua vontade prevalece, quer seja em uma vida regada com bens ou não, com saúde ou doença, com pobreza ou fartura.
Lembro-me de uma pregação do Pr. Renato Vargens, em que ele menciona sua viagem ao Haiti e ao ver o cenário de destruição e miséria, e ao visitar uma irmã que estava no que ele descreveu como uma tenda – pois chamar de casa ou barraco era por demais – cantava com toda a força de seus pulmões em dialeto crioulo: “Porque Ele vive, posso crer no amanhã, Porque Ele vive, temor não há; Mas eu bem sei, eu sei que a minha vida está nas mãos do meu Jesus que vivo está.”
Lembro-me dos apóstolos e mártires nos primeiros séculos, que por menosprezarem esta vida, as riquezas, as benesses que são passageiras, mantiveram sua confissão e fé em Cristo, pois como Paulo, consideravam tudo que tinham nesta vida como perda e esterco, para ganhar Cristo.
Lembro-me do irmão Dr. Hawkes no século XVI, que ao ser queimado na fogueira por defender as Sagradas Escrituras, defender sua fé e não voltar atrás, o povo esperava o ver rolando no chão envolvido no fogo. As correntes cairam de seus pulsos e de joelhos com as mãos em chamas, as ergueu para o alto, aplaudiu três vezes e disse: “Nada é como Cristo! Nada é como Cristo!”. As dores, lutas, frustrações, morte, decepções e toda espécie de males, serão extintos quando os salvos em Cristo gozarem da vida eterna.
Não obstante, lembro-me de Paulo ao dizer que “os nossos sofrimentos leves e momentâneos estão produzindo para nós uma glória eterna que pesa muito mais”, ou seja, tem muito mais valor do que as coisas nesta e desta vida. 2 Coríntios 4.

”E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.” Apocalipse 21:4
Certo é que, buscar melhorias de vida enquanto peregrinos nesta terra não é ruim. Devemos trabalhar, tirar nosso sustento e buscar dar um pouco de descanso e talvez conforto para nós, nossas esposas e esposos, nossos filhos. Teremos momentos de descanso, de paz, “flashes” de prosperidade e quietude, de bonanças das “intempéries da vida”. Entretanto elas são apenas sombras e uma amostra muito simplória e pequena demais, perto da grandiosidade e descanso que teremos na eternidade.
“E também que todo o homem coma e beba, e goze do bem de todo o seu trabalho; isto é um dom de Deus.” Eclesiastes 3:13
Portanto, quando entoar este cântico, não o faça esperando melhoras aqui. Se acontecer, foi graça de Deus apenas e com um propósito específico: Que você abênçoe outros irmãos.
Entoe, como uma verdade espiritual e verdadeira que aponta para Cristo e uma vida com Ele em Sua Glória, sentado à sua mesa, ceiando com Ele, se alegrando com Ele, onde tudo terá um fim, você será transformado e todo o sofrimento acabará. O aleijado será curado. O esquecido será lembrado. De Lo-Debar [esta vida e este mundo miseráveis] diretamente para a mesa do Rei.
Somos crentes mimados. Queremos tudo nesta terra, quando não merecemos nada. Reconheçamos isto e nos arrependamos. Foquemos em Cristo.
Soli Deo Gloria.
***
Anderson Alcides é tradutor e intérprete, estudante de teologia e parceiro do Púlpito Cristão. Escreve em seu blog A voz no deserto. Divulgação: Púlpito Cristão.

Carta Aberta aos Grupos de Louvor

 
Querido Grupo de Louvor,
 
Eu aprecio muito a sua disponibilidade e desejo de oferecer seus dons a Deus em adoração. Aprecio sua devoção e celebro sua fidelidade — arrastando-se para a igreja cedo, domingo após domingo, separando tempo para ensaiar durante a semana, aprendendo e escrevendo novas canções, e tantas coisas mais. Assim como aqueles artistas e artesãos que Deus usou para criar o tabernáculo (Êxodo 36), vocês são dispostos a dispor seus dons artísticos a serviço do Deus Triuno.
 
Portanto, por favor, recebam esta pequena carta no espírito que ela carrega: como um encorajamento a refletir sobre a prática de “conduzir a adoração”. A mim parece que vocês frequentemente simplesmente optaram por uma prática sem serem encorajados a refletir em sua lógica, sua “razão de ser”. Em outras palavras, a mim parece que vocês são frequentemente recrutados a “conduzir a adoração” sem muita oportunidade de parar e refletir na natureza da “adoração” e o que significaria “conduzir”.
 
 
Especificamente, minha preocupação é que nós, a igreja, tenhamos involuntariamente encorajado vocês a simplesmente importar práticas musicais para a adoração cristã que — ainda que elas possam ser apropriadas em outro lugar — sejam prejudiciais à adoração congregacional. Mais enfaticamente, usando a linguagem que eu empreguei primeiramente em Desiring the Kingdom¹, às vezes me preocupo de que tenhamos involuntariamente encorajado vocês a importar certas formas de execução que são, efetivamente, “liturgias seculares” e não apenas “métodos” neutros. Sem perceber, as práticas dominantes de execução nos treinam a relacionar com a música (e os músicos) de certa maneira: como algo para o nosso prazer, como entretenimento, como uma experiência predominantemente passiva. A função e o objetivo da música nestas “liturgias seculares” é bem diferente da função e o objetivo da música na adoração cristã.
 
Então deixe-me oferecer apenas alguns breves conceitos com a esperança de encorajar uma nova reflexão na prática da “condução da adoração”:
 
1. Se nós, a congregação, não conseguimos ouvir a nós mesmos, não é adoração. A adoração cristã não é um concerto. Em um concerto (uma particular “forma de execução”), nós frequentemente esperamos ser sobrepujados pelo som, particularmente em certos estilos de música. Em um concerto, nós acabamos esperando aquele estranho tipo de privação dos sentidos que acontece com a sobrecarga sensorial, quando o golpe do grave em nosso peito e o fluir da música sobre a multidão nos deixa com a sensação de uma certa vertigem auditiva. E não há nada de errado com concertos! Só que a adoração cristã não é um concerto. A adoração cristã é uma prática coletiva, pública e congregacional — e o som e a harmonia reunidos de uma congregação cantando em uníssono é essencial à prática da adoração. É uma maneira “desempenhar” a realidade de que, em Cristo, nós somos um corpo. Mas isso requer que nós na verdade sejamos capazes de ouvir a nós mesmos, e ouvir nossas irmãs e irmãos cantando ao nosso lado. Quando o som ampliado do grupo de louvor sobrepuja às vozes congregacionais, não podemos ouvir a nós mesmos cantando — então perdemos aquele aspecto de comunhão da congregação e somos encorajados a efetivamente nos tornarmos adoradores “privados” e passivos.
 
2. Se nós, a congregação, não podemos cantar juntos, não é adoração. Em outras formas de execução musical, os músicos e as bandas irão querer improvisar e “serem criativos”, oferecendo novas execuções e exibindo sua virtuosidade com todo tipo de diferentes trills e pausas e improvisações na melodia recebida. Novamente, isso pode ser um aspecto prazeroso de um concerto, mas na adoração cristã isso significa apenas que nós, a congregação, não conseguimos cantar junto. Então sua virtuosidade desperta nossa passividade; sua criatividade simplesmente encoraja nosso silêncio. E enquanto vocês possam estar adorando com sua criatividade, a mesma criatividade na verdade desliga a canção congregacional.
 
3. Se vocês, o grupo de louvor, são o centro da atenção, não é adoração. Eu sei que geralmente não é sua culpa que os tenhamos colocado na frente da igreja. E eu sei que vocês querem modelar a adoração para que nós imitemos. Mas por termos encorajado vocês a basicamente importar formas de execução do local do concerto para o santuário, podemos não perceber que também involuntariamente encorajamos a sensação de que vocês são o centro das atenções. E quando sua performance se torna uma exibição de sua virtuosidade — mesmo com as melhores das intenções — é difícil opor-se à tentação de fazer do grupo de louvor o foco de nossa atenção. Quando o grupo de louvor executa longos riffs, ainda que sua intenção seja “ofertá-los a Deus”, nós na congregação nos tornamos completamente passivos, e por termos adotado o hábito de relacionar a música com os Grammys e o local de concerto, nós involuntariamente fazemos de vocês o centro das atenções. Me pergunto se há alguma ligação intencional na localização (ao lado? conduzir de trás?) e na execução que possa nos ajudar a opor-nos contra estes hábitos que trazemos conosco para a adoração.
 
Por favor, considerem estes pontos com atenção e reconheçam o que eu não estou dizendo. Este não é apenas algum apelo pela adoração “tradicional” e uma crítica à adoração “contemporânea”. Não pense que isto é uma defesa aos órgãos de tubos e uma crítica às guitarras e baterias (ou banjos e bandolins). Minha preocupação não é com o estilo, mas com a forma: O que estamos tentando fazer quando “conduzimos a adoração?” Se temos a intenção que a adoração seja uma prática congregacional de comunhão que nos traz a um encontro dialógico com o Deus vivo — em que a adoração não seja meramente expressiva, mas também formativa² — então podemos fazer isso com violoncelos, guitarras, órgãos de tubos ou tambores africanos.
 
Muito, muito mais poderia ser dito. Mas deixe-me parar por aqui, e por favor receba esta carta como o encorajamento que ela foi feita para ser. Eu adoraria vê-los continuar a oferecer seus dons artísticos ao Deus Triuno que está nos ensinando uma nova canção.
Sinceramente,
Jamie
________________
Notas:
¹Desiring the Kingdom – Worship, Worldview, and Cultural Formation (Desejando o Reino – Adoração, Cosmovisão e Formação Cultural) [N. do T.]
² De acordo com o The Colossian Forum, a despeito de a adoração ser encarada hoje em dia apenas como algo que se vai em direção a Deus (expressão), ao longo da história ela sempre foi encarada também como a causadora de algo em nós (formação). “A adoração cristã é também uma prática formativa justamente porque a adoração também é um encontro ‘descendente’ no qual Deus é o atuante primário” (Fonte: http://www.colossianforum.org/2011/11/09/glossary-worship-expression-and-formation/). [N. do T.]
 
Por James K.A. Smith. Original: forsclavigera.blogspot.com.br
Tradução: canteasescrituras.com.
Divulgação: Púlpito Cristão.

Saturday, November 26, 2011

ENCONTRANDO ESPERANÇA

ENCONTRANDO ESPERANÇA
http://teachervjcpjoani.blogspot.com/


Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Minnesota revelou que quase 15 por cento dos adolescentes dos EUA sentiam ser “altamente provável” que morreriam antes de completarem 35 anos. Aqueles que expressavam essa visão pessimista tinham maior probabilidade de engajar-se em comportamento imprudente. A dra. Iris Borowsky, autora deste estudo publicado em renomada revista disse: “Estes jovens podem correr riscos porque se sentem desanimados e acham que não há muito a perder.”


Ninguém é imune a sentimentos de desespero. O salmo expressa repetidos pedidos de ajuda quando a vida parece tenebrosa. “Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio…” (Salmo 42:5). Com um passo de fé, desafiador, o salmista diz a si mesmo para não esquecer-se de Deus, que nunca o abandonará.


Curtis Almquist escreveu: “A esperança é alimentada pela presença de Deus. …[Ela] também é alimentada pelo futuro de Deus nas nossas vidas.” Podemos dizer com o salmista: “…ainda o louvarei…” (v.5).


Nenhum seguidor de Cristo deve relutar em buscar conselho contra a depressão. Também não devemos sentir que a fé e a oração são simples demais para ajudar. Sempre existe esperança em Deus!


A esperança é uma certeza — porque o seu fundamento é Deus. (RBC)